Se você já visitou ao menos uma vez o Rio Grande do Sul, com certeza percebeu que a palavra "tradição" é muito importante por aqui. Ela é o centro da cultura gaúcha e pode ser mal interpretada por muitos. Valorizo muito a tradição quando a vejo renovada, em harmonia com o seu tempo, e ainda com a essência da tradição presente, de forma poética e respeitosa, e não por meio de regras cegas ou pelo medo do novo. Semana passada visitei o Café 35 e pude ver de perto que tradição e modernidade podem viver juntas, unidas, em harmonia e com muitas histórias para contar. Meu querido Paulinho da Viola já dizia: "quando penso no futuro, não esqueço meu passado", e acredito que essa seja a melhor forma de ir em frente. 




Tem gente que duvida disso, mas eu tenho certeza absoluta e com muito conhecimento de causa. Lembra que eu comentei aqui que faria os processos da consultoria de estilo pessoal comigo mesma, pois estava amadurecendo como pessoa e que o meu estilo precisava acompanhar isso? Então, o processo está sendo muito bacana e tenho inúmeros posts para escrever para vocês. O de hoje é um que queria muito escrever aqui. É sobre como a lingerie mudou e muito a minha rotina de beleza, os meus looks e a forma como eu me sinto perante o mundo. Tá duvidando? Vem só dar uma olhadinha.



Caroline Issa é um símbolo de como ser chique sem esforço. Não são todos os looks que eu gosto, mas não é isso exatamente que admiro nela. Ela largou o mercado financeiro para ser diretora criativa da revista Tank, bem moderninha por sinal. Mas nem por isso ela mudou com-ple-ta-men-te o seu estilo pessoal. Continuou respeitando sua essência "executiva", mas deu toques criativos e fashionistas para o seu novo momento. Ela é chique de doer, bem requintada e sofisticada; mas ao mesmo tempo, jovem e divertida. Vem ver como fazer para ser chique sem ser óbvia!



Nesse início de 2015 eu tive a sorte de descobrir que lá no fundou sou uma carioca parisiense. É que li e reli várias vezes dois livros que estão na minha cabeceira e que até comentei lá no meu Instagram - me segue aí! ♥ -. São eles o clássico "A Parisiense", de Ines de la Fressange e o novo clássico "Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo", de quatro amigas francesas lindas e muito espertas. Uma das coisas mais bacanas que li nos dois livros é sobre como a parisiense enxerga a sua pele, a sua história e a sua importância. Vem comigo se surpreender também!



Adoro estar cercada por pessoas corajosas. Entendo por corajosa a pessoa que age com o coração. Quando encontro alguém assim, de alguma forma, a valorizo. A Arantxa é uma delas. Já tinha encontrado ela algumas vezes, nos falávamos pouco, mas sempre soube as ideias dessa menina. Desde muito nova ele não teve medo de seguir seu coração, e por isso, aqui em Pelotas ela é uma das vozes da sustentabilidade na moda, não apenas estudando o tema, mas partindo para a ação. Acho que você precisa parar o que está fazendo para ler a entrevista dela. ;)


Lembro bem do dia em que descobri Paul Poiret - 1903 - em uma das minhas muitas aulas de indumentária. Me apaixonei pelas suas formas, pela sua aversão total ao espartilho, por ter sido tão maravilhoso, por ter criado uma linha totalmente e ao mesmo tempo requintada. Por falar em espartilho, ele levantou essa bandeira quando na sociedade era totalmente imprescindível essa roupa debaixo. Lepape foi um dos ilustradores que deram vida às suas criações. Vamos ver?

 


Sou apaixonada por histórias inspiradoras. Adoro principalmente quando marcas apostam nelas para nos aproximar dos seus valores e visões. A Moroccanoil investiu em histórias de mulheres como eu e você, normais, mas que fazem algo inspirados nas suas vidas. Eles escolheram Rosie Whiteley para ser o rosto da campanha. Vem saber mais!