quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Outfit: O que esperamos dos outros?

Que na verdade está em nós?

Por esses dias eu li algumas coisas bem bacanas sobre estilo pessoal e isso sempre me estimula muito, não só nas coisas referentes ao vestir mas em todos os outros ramos da minha vida. Eu até publiquei no Facebook - me segue aqui!! - uma frase que adorei: "Não é preciso esperar nada de ninguém - não em relação ao que se veste." 


Desde que li isso passei a refletir e a exercitar de verdade na vida toda! Nós não precisamos esperar nada de ninguém: nem aprovação, nem elogios, nem reconhecimento, nada! Sim, claro, são coisas ótimas de receber dos outros, ainda mais os que amamos, mas viver esperando isso e só agir quando se tem esses fatores, complica!


Eu não preciso esperar ninguém para me exercitar e nem para comer bem. Também não preciso esperar nada de ninguém para me vestir do jeito que gosto, de acordo com o meu estilo pessoal e vontade.  Se não a vida passa e a gente fica dormindo no ponto esperando dos outros algo que está dentro da gente. O look de hoje de certa forma reflete essa independência, tanto nas formas quanto no espírito. Vamos que vamos, precisando principalmente de nós mesmos! ♥ 


Da onde é?
Camisa:  Presente da Otros Aires
Casaco: Renner
Legging: Presente da Eliza Andrade
Sapato: Presente da Atelier Mix
Brincos: Mania de Usar
Bolsa: Pé de Banana

Fotos: Jeff Münchow

#Vamos viver minha gente! Dê seu pitaco AQUI!


Bjos



segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Outfit: Grazy, você está doente?

Não, minha gente!

Primeiramente, queria agradecer a todos vocês que me acompanharam durante as férias, aqui no blog ou lá na fan page! Agora, pique total para colocar em prática tudo que pensei e idealizei na viagem. Foram exatamente 26 dias de curtição, de autoconhecimento, de superar vários limites como vocês mesmo viram. Foi muito bom ter vocês por perto durante esse tempo! ♥

Em segundo lugar, um salve para o primeiro post do blog depois das férias! eeehhhh! Com direito a look, minha gente! E com ele aconteceu algo bem engraçado. O porteiro tinha me interfonado dizendo que tinha chegado uma encomenda. Fui até a portaria buscar, meio atrapalha, e dei de cara com a síndica na volta. Ela me olha com uma cara super estranha e pergunta: "Você tá doente?". Eu sem entender muito a situação disse que não. E ela perguntou novamente e eu disse que não e perguntei o porquê. Ela virou pra mim e disse: "Você está sem salto!! Só vejo você de saltão!!". Eu só ri!


Subi pensando o quanto as pessoas reparam na gente. E não vem dizer que ninguém repara em você que é mentira! Sempre tem alguém de olho no que a gente usa, se a gente lava ou não o cabelo. Sempre! Hoje no caso foi um dia que tirei a tarde para garimpar coisas para a Grazie. Nisso, tive que colocar um tênis super confortável para andar bastante. Estar confortável é uma das minhas diretrizes para o meu estilo pessoal. Mesmo quando eu uso salto, tem que ser confortável, na medida do possível, claro. 


O que tirei desse episódio de hoje é que além de repararem da gente, as pessoas podem se inspirar também no cuidado visual que entregamos para eles. Além disso, que levar o nosso estilo de vida em conta quando vai escolher o look do dia é mais do que importante, é imprescindível!

Da onde é?
Saia: Presente da Otros Aires
Malha: Linda Rosa
Cachecol: Free Shop Mário
Casaco: China
Bolsa: Pé de Banana
Tênis: Adidas Originals
Óculos: Chilli Beans

#Depois eu conto das novidades! Comenta AQUI!

Fotos: Jeff Münchow

Bjos



quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Final de Viagem

Como sempre tem que ser...

Voltar é preciso, quase sempre. Nunca, em nenhuma viagem que fiz gostaria tanto de voltar. Essa volta está sendo muito prazerosa, como se fosse a ida, com direito aquela ansiedade boa de chegar a algum lugar que ser quer tanto. Saudades das plantinhas, saudades da mesa de trabalho, saudades da geladeira, saudades das ruas, saudades do trabalho. Sim, muitas saudades do trabalho.


Na verdade a minha viagem de férias foi usada para ser uma viagem de inspiração, quase de pesquisa. Peguei algo que já estava tramando lá no Sul e fui direto para a Mata Atlântica vivenciar o que estava pensando. Legal - deu até uma certa raivinha - foi ver que marcas como Zara e Farm lançaram campanhas muito parecidas com a minha ideia. O bom é que vi que estou no caminho certo, mas falta ajustar o time das coisas, coisa de quem está começando mesmo. Há de se ter paciência com a própria vida.


Nessa viagem, além disso, fiz questão de conhecer lugares onde nunca tinha ido e voltar em outros que gosto tanto. Foi muito bom rever coisas que nunca mudam e ver outras que sempre mudam. Aprendi que tudo é uma questão de ponto de vista, que na vida tudo que temos que ser é grato por tudo. Aliás, gratidão foi algo que me marcou muito. Também aprendi que viver o presente é muito importante, e que eu tenho muita dificuldade de me concentrar no que estou vivendo no presente. Aprendi que hoje você está aqui, respirando, mas amanhã você pode não estar. Viver como se fosse o seu último dia de vida é um desafio constante.


Vi que ter energia para fazer as coisas é fundamental e que "pegar e fazer" é tudo o que preciso ter nesse momento. Que abraçar pensando no abraço é ainda mais gostoso. que o McDonald's pode salvar a sua vida. Que Ipanema é o meu bairro de coração, e que Curitiba é muito bacana. E claro, que   ninguém faz qualquer coisa sozinho. E se fizer, não é tão legal.


#Com muito amor, pra vocês! Comentem AQUI!

Bjos


domingo, 10 de agosto de 2014

Há 5 dias com 24 anos!

Já tá passando rápido...

Gente, quem diria que os 24 anos chegariam! Foi em uma terça-feira cinza, meio chuvosa, como quase sempre é nos dias do meu aniversário aqui no Rio de Janeiro. Não tinha planejado nada além de passar pelo menos a noite com a minha família. De tarde, já lancei meu pedido: "Quero o bolo de chocolate da minha mãe!". Ele quase caiu pra trás, tem anos que ela não é mais a boleira da família. Nesse dia eu tinha acordado tarde, mais precisamente ao meio dia, e ultimamente acordar tarde está me irritando muito. Eu perdi metade do meu aniversário dormindo mais que a cama!

Logo depois eu e o Jeff saímos, fomos em Jacarepaguá visitar o show room da única fábrica de linho do Brasil, o Recanto do Linho. Eu tinha comentado com ele que o lugar era lindo e nós encontraríamos tudo que queríamos. Chegamos lá tarde demais por conta dos engarrafamentos e não conseguimos ver nada. No dia seguinte voltamos lá e descobrimos que infelizmente por conta da concorrência desleal dos linhos importados - leia-se China - a fábrica fechou as portas em dezembro do ano passado. Foi um choque para todos nós, já que a gente estava pensando que tinha achado o melhor fornecedor de todos os tempos! Eles só tinham o que estava lá no showroom e compramos relíquias da fábrica e vários carretéis de fio de linho.


Engarrafamentos depois chegamos em casa, e já tinha algumas pessoas aqui em casa em volta da massa do bolo na batedeira! Aqui é um competição para raspar as bacias desde a nossa infância. Depois chegaram os docinhos, os salgadinhos, mais um casal de amigos e pronto, até chuva de estrelas douradas eu tive!Foi simples, como eu queria que fosse. Sem muita gente, sem excessos. E em casa, com a família, como eu queria também.


Como vocês já e devem imaginar, o meu aniversário foi mais um dia de reflexão! Eu espero que sejam os últimos dias de pensamentos profundos sobre o meu Ser. Está ficando chato, podem confessar! Pensei sobre a vida, sobre o fato de estar fazendo 24 anos, tudo aquilo que escrevi no post passado e que para a felicidade de vocês eu não vou repetir, rs. Só vou dizer que é maravilhoso acordar de manhã e estar viva, respirando, com um dia inteiro pela frente, com um presente para a gente fazer o que quiser, como um escultor com um bloco de pedra em sua frente, tendo a liberdade de fazer tudo! 


Então, se tem uma "lição" que eu posso tirar do dia do meu aniversário são duas: 1) O presente é mais importante do que qualquer outra coisa. Uma hora vocês está aqui e outra hora você pode não estar. 2) Que a partir de agora vou pensar com todo o carinho no dia do meu aniversário, quero que ele sempre seja um divisor de águas o meu ano, que seja o meu novo ano novo!

#Espero que gostem! Quer comentar? Vem AQUI!

Bjos

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Minhas Superações de Férias

Para isso nunca se tem descanso!

Em março desse ano estava passado por mais um momento de muitas mudanças - sim, eu sei, estou repetindo 10 vezes essa palavra em cada post - e resolvi fazer uma colagem para colocar como plano de fundo do meu note, para me inspirar bastante nessa nova fase e em todas as minhas vontades para esse novo ciclo, de recuperação mesmo. E aí, no meio de tudo, coloquei uma arte que diz: "A vida começa quando termina a sua zona de conforto." Estava selado aí uma frase que eu iria lembrar para sempre.


Desde então venho enfrentado várias situações que estão me tirando da zona de conforto, como se o universo tivesse falado: "Não era isso que vocês queria?". O problema é que nunca é fácil sair da zona de conforto, nunca é legal. Sempre é chato e desgastante. Um grande exemplo, que marcou a minha vida nessas férias, foi descobrir um esporte. eu sempre quis ter um esporte para chamar de meu, mas não sei nadar, não sou boa com bola e nem com pranchas - apesar de estar com muita vontade de também tentar sup -. Gosto de estar em movimento e adoro caminhar, mas nunca pensei nisso como um esporte. Até que ele me tirou da zona de conforto sem eu perceber e me cativou justamente por me fazer chorar, e muito.


Eu e o Jeff estivemos em Paraty logo no início das nossas férias e fizemos a trilha para Praia do Sono, Antigos e Antiguinhos. Eu estava bem empolgada, mal sabia o que ia me esperar. Já no início para a Praia do Sono eu estava morta! Coração muito acelerado, falta de ar e já pensando que eu não ia aguentar nem metade do caminho. Pensei em desistir, mas o Jeff não deixou, disse que quando eu topei ir formamos um time e eu não poderia deixar ele sozinho. Então, continuei. Aí o caminho ficou mais fácil e o meu corpo de acostumou. A trilha não é difícil, só o início, com escadas infinitas, é que deixou mal. A praia é linda e super vale a pena! 

Depois de um mergulho fomos fazer a trilha para a Antigos. De longe vi que o caminho seria bem complicado, com uma parte íngreme e muito escorregadia. Subi querendo desistir e sem saber como dar o próximo passo, travando mesmo. Deu raiva de mim mesma, insegurança total nos meus próprios passos. Não foi fácil ver toda a sua insegurança - em tudo na vida - claramente nos seus pés. Jeff novamente não deixou eu desistir. Continuei, morrendo de raiva do Jeff e de todas aquelas pedras e do barro escorregadio. Passando isso, tudo ficou mais fácil e chegamos na Antigos. Depois para Antiguinhos é um pulo e foi bem fácil. Mas na volta...


Na subida de Antigos para a Praia do Sono eu já estava morta novamente. Subidas sempre acabam comigo, desde que sejam íngremes. Parei várias vezes no caminho e estava me perguntando por qual motivo eu tinha topado aquilo tudo. Porquê? Para quê? Será que as praias e o visual valiam mesmo a pena? Depois me perguntei o motivo de tanto cansaço, afinal, sou jovem, porque tanto desespero? Já chorando por dentro, relembrando todo o caminho que ainda teria que fazer para chegar finalmente no carro, na zona de conforto, só queria chamar a minha mãe para que ela me tirasse com um guindaste daquele lugar. Até que chegou aquela parte terrível que eu tive muita dificuldade. 


Estava tão irritada, tão cansada, tão decepcionada comigo mesma que fiquei muito nervosa. Aí já estava chorando, sério, chorando. Jeff brincava comigo e isso me deixava com muito mais raiva. Até que falei com ele para não falar comigo, para me deixar quieta. Estava tão reflexiva e desesperada que realmente precisava de um silêncio. Aí ele começou a tirar fotos minhas, mas graças a Deus no momento achei que ele estivesse tirando fotos da vista. Ele registrou o momento que me superei - em todos os quesitos - e a partir desse momento eu vi que tinha sido escolhida por um esporte: o trekking. Na verdade ainda estou no nível caminhada e trilha, mas vamos aos poucos né?


A partir daí outras trilhas ficaram bem mais fáceis, porque passei a ver que até no caminho que eu achava impossível eu consegui passar, na ida e na volta. Jeff me disse uma coisa que ficou gravado em mim: "Grazy, você é muita mais forte do que imagina. Não se fragilize". É justamente isso, quem diz se você é forte ou fraca é apenas você mesmo. Então, eu resolvi ser forte. Depois fizemos a trilha da Praia do Perigoso e a da Praia do Meio, na Barra da Guaratiba. Foi fácil, até nos momentos de pedra íngreme com mangueira de bombeiro ajudando no mini rapel. Só as escadas intermináveis é que ainda me abalam, mas eu acho que é muito mais psicológico do que tudo. Superação me define nesse momento!


 #E aí gente, o que acharam desse desabafo sobre superação? Comentem AQUI!

Bjos